Norbert F. Stemmer

Canções e histórias que nascem da vida

As minhas canções e os meus textos são crus, honestos e reais. Nascem daquilo que vivi — em viagens, em conversas, na família e em momentos que permanecem.
Falam de amor, felicidade, desilusão, desafios, guerra e perda, de proximidade e esperança.

Não são histórias inventadas, mas experiências que encontraram o seu próprio caminho na música e nas palavras.

Norbert Ferdinand Stemmer

Cantautor

Entre viagens, encontros e vivências nos limites

Desde os meus vinte anos, tenho partido uma e outra vez — nos meus anos mais jovens com uma mochila às costas, muitas vezes à boleia, sempre aberta ao desconhecido. Os meus caminhos levaram-me pela América do Norte e Central, Ásia, Austrália, Índia, Médio Oriente, bem como pela Europa e pela Rússia.

O que me moldou não foram apenas os lugares, mas acima de tudo as pessoas. Encontros que ficam na pele: histórias de guerra e de fuga, de perda — mas também de confiança, humanidade e esperança. Momentos que permanecem, muito depois de a viagem seguir adiante.

É dessas experiências que nascem as minhas canções e os meus textos.

Trabalho entre a música e a literatura — como cantautora e autora. As minhas peças são depuradas, claras e próximas. Falam de experiências-limite, de viagens interiores e exteriores, do destino e da procura de um ponto de apoio num mundo muitas vezes contraditório.

E não se trata apenas do que é pesado. Em tudo isto existe também a pergunta silenciosa pela proximidade, pelo amor, por um lugar onde se chega — talvez apenas por um instante.

A minha música segue essa mesma atitude: contida, honesta, com espaço para os matizes. O meu livro prolonga aquilo que começa nas canções — histórias que precisam de mais tempo para se desdobrarem.

Não dou respostas.
Mas conto.
E convido a escutar, a olhar com atenção —
e a entrar em histórias que permanecem.

Uma vida em canções e palavras

Ponho-me a caminho. Uma e outra vez. Com nada além de uma mochila, um polegar estendido e a intuição de que o mundo é maior do que tudo o que sei sobre ele.
As estradas estendem-se sob mim, as fronteiras desfazem-se, as línguas dissolvem-se em olhares, gestos, silêncio. E algures no meio de tudo isso, começam as histórias.

Não em voz alta. Nunca em voz alta.

Sentam-se à minha frente em autocarros poeirentos, amamentam o filho, partilham pão, ou simplesmente um momento.
Falam de noites em que tudo se perdeu.
De caminhos que já não conhecem direção. De guerra. De fuga.
E depois — quase impercetivelmente — daquilo que, ainda assim, permanece:
uma mão que não larga. Um sorriso no momento errado. Uma esperança que não precisa de razão.

Não coleciono nada. Não retenho nada. E, no entanto, algo fica.
Deposita-se entre as costelas, nas pausas entre dois pensamentos,
ali onde as palavras ainda não decidiram se querem ser ditas.

E, a certa altura, tornam-se canções. Textos.
Fragmentos de algo que não se deixa explicar.

Não escrevo para responder. Escrevo porque há algo que quer ser ouvido.
De mansinho. Sem se impor. Com persistência.

A minha linguagem poupa aquilo que não precisa de ser dito.
A minha música deixa espaço para o que acontece entre as notas.
E talvez seja exatamente aí que algo toca algo.

Não por completo. Não em definitivo.
Mas perto o bastante para ficar.

Meine Bücher

O meu livro atual

Darum

Darum

Oft wurde ich gefragt, meinen Weg zum Glauben aufzuschreiben.
Mit diesem Buch habe ich es geschafft, und das Versprechen das ich Manchen gegeben habe, wahrgemacht..
Es beschreibt, meine Suche nach Sinn im Leben und Wahrheit im Glauben und ob es eine Kirche gibt, die mit der Vollmacht Gottes auf unserer Erde wirkt und lehrt.
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As minhas canções

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